Affonso Odontologia — Dr. Diego Affonso, Itaquera Voltar ao site
Implantes · Itaquera, SP

Implante dentário em Itaquera: as dúvidas reais.

Dói? Quanto tempo demora? E se eu não tiver osso? Perder um dente já é chato o bastante — entender o tratamento não precisa ser. Aqui vão as respostas, sem enrolação e sem jargão.

O que é um implante dentário?

É um pino de titânio colocado no osso, no lugar da raiz do dente que você perdeu. Sobre esse pino é fixada a coroa — a parte branca, que aparece quando você sorri.

Como o pino se integra ao osso, o dente novo fica firme: você mastiga, fala e escova normalmente. Ele não sai da boca, diferente de uma prótese removível.

Implante dói?

A cirurgia é feita com anestesia local. Durante o procedimento você não sente dor — e boa parte dos pacientes se surpreende com o quanto foi mais tranquilo do que imaginava.

O desconforto vem depois, nos primeiros dias, parecido com o de uma extração, e é controlado com a medicação que eu prescrevo. A maior parte das pessoas volta à rotina já no dia seguinte.

Quanto tempo demora o tratamento todo?

Depende do seu caso — e quem responde isso é o exame, não o relógio.

Depois de colocado, o implante precisa se integrar ao osso. Esse período costuma levar de 3 a 6 meses. Só depois disso a coroa definitiva é instalada. Em algumas situações dá para colocar um dente provisório logo no início; em outras, não. Isso é definido a partir da imagem, nunca antes dela.

Vou ficar sem dente durante o processo?

Na maior parte dos casos, não.

É possível usar um provisório enquanto o implante integra — fixo ou removível, conforme a região da boca e a estabilidade do implante. Se o dente for da frente, essa preocupação pesa ainda mais, e ela entra no planejamento desde o primeiro dia. Você sai da avaliação sabendo exatamente como vai ficar durante a espera.

E se eu não tiver osso suficiente?

É uma situação comum, principalmente em quem perdeu o dente há muitos anos: sem a raiz para estimular a região, o osso vai reduzindo com o tempo.

Isso não significa que você está fora. Existe o enxerto ósseo, que reconstrói a área antes ou junto da colocação do implante. É um procedimento comum e previsível.

Mas só a tomografia mostra a real quantidade e qualidade do osso. Por isso a avaliação com exame de imagem é indispensável — sem ela, ninguém consegue afirmar com honestidade o que dá ou não dá para fazer.

Implante unitário ou protocolo: qual é o meu caso?

Implante unitário

Repõe um dente: um pino, uma coroa. Indicado para quem perdeu um ou alguns dentes isolados, com os vizinhos preservados.

Protocolo (prótese fixa)

Para quem perdeu todos ou quase todos os dentes de uma arcada. Alguns implantes sustentam uma prótese com todos os dentes, que não sai da boca.

Um não é melhor que o outro. São indicações diferentes, e a sua é definida pelo seu caso — não pelo que você viu na internet ou pelo que deu certo com o vizinho.

Como eu sei se tenho indicação?

Só com exame de imagem: raio-x panorâmico e, na maioria das vezes, tomografia. É a imagem que mostra o osso disponível, a posição dos dentes vizinhos e as estruturas próximas.

Além do osso, entram na conta a saúde da gengiva, o controle de doenças como a diabetes e o tabagismo. Nada disso elimina a indicação automaticamente — mas muda o planejamento.

Por que adiar cobra um preço

Quando um dente sai e nada entra no lugar, a boca se reorganiza sozinha — e não a seu favor:

Resultado: quanto mais se espera, mais complexo o tratamento tende a ficar. Isso não é para te assustar — é para você decidir com informação, no seu tempo.

Como funciona o pagamento?

O tratamento pode ser parcelado, para caber no seu orçamento.

Na avaliação você recebe o plano por escrito: o que será feito, por quê, em que ordem, e quanto custa cada etapa. Leva para casa, pensa com calma e decide. Também é possível dividir o tratamento em fases — resolver primeiro o que é urgente e programar o resto.

O que não acontece aqui é alguém te pressionar a fechar na hora.

Já tem um orçamento de outro lugar?

Traga o exame e o plano. Eu explico o que está sendo proposto e por quê, antes de você assinar — e se o plano estiver correto, eu digo isso também.

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Perguntas frequentes

Posso colocar o implante logo depois de extrair o dente?

Às vezes sim — é o chamado implante imediato, feito no mesmo momento da extração. Em outros casos é preciso esperar a cicatrização, principalmente se havia infecção ou se o osso ficou comprometido. Quem decide isso é o exame, não o desejo de acelerar.

O corpo pode rejeitar o implante?

O titânio não é rejeitado como um órgão transplantado. O que pode acontecer é a falha na integração com o osso, ligada a fatores como infecção, tabagismo, doenças não controladas ou sobrecarga. É pouco frequente, e é acompanhada de perto.

Fumante e diabético podem fazer implante?

Podem, com ressalvas. O cigarro aumenta o risco de falha na integração, e a diabetes precisa estar controlada. Isso não elimina a indicação, mas muda o planejamento e o acompanhamento. É avaliado caso a caso.

O implante dura para sempre?

É uma solução duradoura, mas depende de manutenção: higiene, visitas periódicas e controle de doenças da gengiva. Nenhum procedimento tem garantia absoluta — o que existe é acompanhamento ao longo do tempo.

Como funciona o pagamento?

O tratamento pode ser parcelado. Na avaliação você recebe o plano por escrito, com as etapas e as formas de pagamento, e decide em casa, sem pressa. Também é possível dividir o tratamento em fases.

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